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Patrícia Bins | 1997


“Se me perguntassem
como representar Liana inteira,
diria que ela é
como o mercúrio
contido num termômetro.
Sobe, de repente, 
aos quarenta graus em febre de criar, e, 
se acaso acontece a quebra do vidro,
as bolinhas se espalham brilhantes, 
cada qual estrelas na galáxia
de sua pluralidade individual. 
Se se aglutinarem de novo 
acontece o mistério e ela é
“habitada por esse mistério”.



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